Sandália confortável: Como escolher a melhor?

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Nossos pés carregam, todo dia, todo o peso do nosso corpo, e por muitas vezes acabamos não dando a atenção que eles merecem.

E você? Será que mantém uma relação saudável com os seus pés?

Afinal, foi-se o tempo em que tínhamos que nos sujeitar a sapatos desconfortáveis para estar na moda. E nada acaba mais com o nosso dia ou o nosso rolê do que um sapato apertado ou desconfortável, não é mesmo?

Mas você sabe escolher a sandália certa para o seu tipo de pé? Aliás, o que você sabe sobre o seu pé?

Tudo o que você precisa saber sobre os seus pés

Nossos pés nos dão equilíbrio para caminhar, correr, pular, dançar, escalar e tantas outras coisas. Por serem tão importantes, não teria como eles não serem complexos. São mais de 26 ossos, 33 articulações, 107 ligamentos e quase 20 músculos.

Todas essas estruturas trabalham interligadas para realizar as duas funções principais: a sustentação do nosso peso e a propulsão. São funções que precisam de um alto grau de estabilidade.

Além disso, os pés também precisam se adaptar a superfícies diferentes, com inclinações diversas.

Ortopedistas e profissionais do pé precisam estudar muito a sua anatomia para entender como todas essas partes funcionam.

Vamos falar um pouquinho sobre isso, sem pretensão de você transformar em um expert, mas com certeza vamos ajudar a entender um pouco mais sobre eles, para você pensar bem antes de decidir que calçado comprar.

A anatomia do pé e suas funções

Nossos pés são divididos clinicamente em três partes: antepé, mediopé e retropé. Todos aqueles ossos, tendões e músculos que falamos acima estão espalhados nessas três áreas. Agora, vamos às explicações técnicas:

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Ossos do antepé

Essa é a parte da frente do pé, onde ficam os dedos. Existem 14 ossos nessa área, dois no dedão e três em cada um dos outros quatro, além de mais cinco no metatarso, que são os ossos que ficam na parte frontal, que são mais flexíveis e responsáveis por nossos pés se adaptarem a superfícies diferentes.

Além desses, o antepé contém dois pequenos ossos sesamóides de formato oval logo abaixo da cabeça do primeiro metatarso, na superfície plantar e na parte inferior do pé, que é mantido no lugar por tendões e ligamentos.

O antepé encontra o mediopé nas cinco articulações tarsometatarsais.

Ossos do mediopé

Nessa parte do pé estão os ossos de formato irregular chamados tarsais. Os nomes clínicos desses ossos são navicular, cubóide e cuneiformes medial, intermediário e lateral. Juntos, eles formam o arco do pé, que desempenha um papel fundamental na sustentação do nosso peso e na nossa estabilidade.

Ossos do retropé

Sobram nessa parte apenas dois ossos: o tálus e o calcâneo. O maior deles, o calcâneo, forma o calcanhar. O tálus fica no topo do calcâneo e forma a articulação giratória do tornozelo.

Juntas ou articulações

As articulações são aquelas áreas do nosso corpo que ficam na junção entre dois ou mais ossos, por isso popularmente chamamos de juntas.

O dedão do pé tem duas articulações e os outros quatro dedos em cada pé tem três articulações cada: a articulação metatarsofalangiana na base do dedo do pé, a articulação interfalangeana proximal no meio do dedo e a articulação falangeana distal, que é a articulação mais próxima da ponta do dedo.

Músculos

Os músculos que controlam os movimentos se originam na parte inferior da perna e estão ligados aos ossos do pé com tendões.

Tendões e ligamentos

O tendão mais notável é o tendão de Aquiles, que vai do músculo da panturrilha ao calcanhar. É a maior e mais forte estrutura tendinosa do nosso corpo. O tendão de Aquiles permite correr, pular, subir escadas e ficar na ponta dos pés.

Outros tendões importantes incluem o tibial posterior, que liga o músculo da panturrilha aos ossos na parte interna e apóia o arco do pé, e o tibial anterior, que vai da tíbia externa ao primeiro metatarso e superfícies do tarsal cuneiforme mediano, responsável pelo movimento de trazer os dedos em direção à canela.

São muitos os ligamentos nos nossos pés, e esses são o que chamamos de primários:

  • Fáscia plantar - o ligamento mais longo do pé, a fáscia plantar percorre a sola inteira, do calcanhar aos dedos, para formar o arco, fornecer força para caminhar e ajudar no equilíbrio.
  • Calcaneonavicular plantar - é um ligamento da planta do pé que conecta o calcâneo e o navicular e apoia a cabeça do tálus.
  • Calcaneocubóide - é o ligamento que conecta o calcâneo e os ossos do tarso e ajuda a fáscia plantar a apoiar o arco do pé.

Agora vamos falar um pouco dos diferentes tipos de pés

Segundo um estudo, 80% das pessoas têm algumas alterações nos pés, mas em 90% dos casos, só quando essas alterações se transformam em dores crônicas ou outros problemas relacionados é que as pessoas buscam ajuda médica.

Como já falamos, os pés têm muitas funções, absorver impacto, nos manter de pé e equilibrados, controlar nossa postura e a suportar todo o nosso corpo. Se pensarmos no nosso pé como uma máquina, cada partezinha, que já tratamos mais acima, desempenha um papel essencial em cada uma dessas funções.

Algumas dessas partes podem ter pequenas alterações e elas podem classificar nosso pé de duas maneiras.

Pé cavo

O pé cavo é uma alteração estrutural em que o arco da planta do pé apresenta uma curvatura acentuada. Não existe um motivo específico para isso acontecer, pode ser hereditário, por práticas excessivas de esportes, por lesões contínuas, etc.

No pé cavo, o peso do corpo fica mal distribuído e sobrecarregando o antepé e o retropé. O pé cavo pode manifestar-se através de vários sinais e sintomas, como dor e instabilidade.

Pé plano

O pé tem uma curvatura natural que ajuda no apoio do corpo ao andarmos e nos movermos. Porém, em alguns casos existe ausência total ou diminuição desse arco planar e é isso que se caracteriza o pé plano ou popularmente conhecido como pé chato.

Existem dois tipos de pé plano:

  • Pé plano flexível - o arco pode ser visto quando o pé não está suportando o peso do corpo. Ou seja, há uma curvatura na planta do pé, mas só é visível quando o pé está levantado.
  • Pé plano rígido - o arco não existe.

Descubra o seu tipo de pisada

Nós não costumamos prestar muita atenção na nossa caminhada. Isso quer dizer que damos milhares de passos todos os dias sem parar para pensar na qualidade deles e como eles interagem com o solo, apesar disso ter uma relação direta com a saúde dos nossos pés e de todo o nosso corpo.

Hérnias, dores nas costas, dores musculares e nas articulações podem estar relacionadas com a maneira que você pisa.

Uma consulta no ortopedista ou fisioterapeuta pode ajudar a definir clinicamente qual é o seu tipo de pisada, que pode ser pronada, supinada ou neutra.

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Pisada pronada

Assim como o nome sugestiona, a pisada é definida de acordo com a maneira que se pisa no solo. Na pisada pronada inicia com a parte externa do calcanhar, essa é a primeira a tocar no solo. Logo após ocorre uma rotação leve do tornozelo, que transfere todo o resto do movimento para a parte interna dos pés.

Essa movimentação faz com que a área dos dedões sejam as únicas responsáveis para dar o impulso do movimento final da pisada.

Normalmente, a pisada pronada é acompanhada do pé plano, que já explicamos mais acima, ou seja, tem uma baixa curvatura dos pés.

Uma boa maneira de analisar sua pisada é verificando as áreas de desgaste dos seus tênis. Aqueles que possuem a pisada pronada desgastam mais o tênis na parte externa do calcanhar e na região interna onde ficam os dedões.

Pisada supinada

A pisada supinada é também conhecida como supinação ou popularmente como “pisar para fora”, já que o pé apresenta um movimento para fora durante a pisada.

Esse tipo de pisada pode ocorrer de maneira natural e pode ser causada por desalinhamento de tornozelos ou joelhos.

Assim como na pisada pronada, na pisada supinada, existe uma má distribuição do peso do corpo, sobrecarregando a parte mais lateral do pé.

Pisada neutra

Essa é a pisada ideal, que começa pela parte externa do calcanhar, depois o pé faz uma leve rotação para dentro como na pisada pronada, mas agora o tornozelo e o pé seguem a linha vertical da perna, e com isso absorvem melhor o impacto, distribuem o peso do corpo de maneira adequada e reduz o risco de algum tipo de lesão.

Por que é importante escolher sandálias confortáveis?

Como falamos lá no começo deste artigo, não existe nada pior do que usar sapatos desconfortáveis. Não importa se você está trabalhando, viajando ou na balada, ninguém gosta que o sapato fique incomodando e lembrando todos os segundos que está lá.

Sapato confortável é aquele que você esquece que ele está nos seus pés. Usar sapatos errados pode pode afetar sua performance e a sua autoconfiança, desestabilizar e afetar seu humor.

Mais abaixo vamos falar das dores físicas de sapatos desconfortáveis, mas vale lembrar que, além disso, eles afetam também seu psicológico.

Sabia que sapatos desconfortáveis podem afetar o seu humor?

Sapatos desconfortáveis têm um impacto além das dores físicas do seu corpo.

Pense em como você se sente desconfortável com os sapatos que machucam. Isso deixa você irritado? A maioria das pessoas diria que sim.

Usar sapatos que incomodam e machucam pode arruinar seu dia inteiro. Pode impedir com que você conclua tarefas como deseja e no tempo que gostaria. Inclusive pode diminuir sua produtividade no trabalho.

Quando está se divertindo, pode acabar estragando seu rolê e, em vez de curtir com os amigos, você ficará pensando sobre a dor ou até mesmo pode servir de gatilho para fazer relembrar outras frustrações.

Os riscos e dores causadas pelo uso de sapatos inadequados

Veja abaixo algumas consequências físicas que a escolha dos sapatos errados pode trazer.

Dores

O sapato desconfortável vem sempre acompanhado de algum tipo de dor ou incômodo. Nenhum sapato, por mais lindo e na moda que seja, deve apertar seu pé e nem ser tão largo que saia facilmente.

Usar o tamanho errado de sapato é uma das razões pelas quais eles podem estar desconfortáveis, mas mesmo quando ele é do seu número, ele pode ter sido mal projetado e acabar machucando da mesma forma.

É importante certificar-se de que os sapatos que você usa são agradáveis. Caso contrário, você pode sentir dor nos pés ou nas pernas, nos músculos e até mesmo na coluna.

Bolhas

Elas ardem, machucam e sempre fazem a gente se arrepender mil vezes de ter escolhido o sapato errado. Às vezes, elas só aparecem no dia seguinte, mas permanecem por dias.

Depois que aparecem, até os sapatos mais confortáveis acabam machucando. E não se engane, uma vez com bolha, sempre com bolha.

Não caia na história que contam por aí, que o sapato vai lacear e ficar melhor. O sapato deve ser confortável desde o primeiro dia. Se não for, tem alguma coisa errada com ele ou com o tamanho que você comprou.

Calos

Os calos são saliências na pele que aparecem normalmente nos dedos dos pés devido a alguma pressão excessiva ou excesso de fricção de um calçado inadequado.

Existem dois tipos de calos: os duros e os moles. Os primeiros normalmente aparecem na parte superior dos dedos, na ponta e nas laterais. Em geral, eles têm uma parte central mais dura que pode acabar pressionando algum nervo e causando dores.

Já os calos moles podem aparecer entre os dedos, se mantém moles devido a umidade nos pés nesses locais, mas por vezes também são dolorosos.

Rachaduras no calcanhar

As rachaduras nos pés podem ter muitos motivos e, quando elas aparecem, você deve procurar um médico. Elas podem estar relacionadas até com problemas com a tireóide.

Porém, na maioria das vezes, elas são causadas por ressecamento da pele e pelos sapatos inadequados que não absorvem o impacto como deveriam.

Sandálias de plástico, que não são feitas e elaboradas anatomicamente para darem o suporte que o corpo precisa, são as principais causadoras das rachaduras nos calcanhares.

Mas não se preocupe, existem hoje sandálias frescas e confortáveis do jeito que a gente gosta, que foram desenvolvidas para não causar esses tipos de problema.

Como, por exemplo, as Sandálias da Linus, feitas com produtos brasileiros, confortáveis e sustentáveis. Ou seja, não causam nenhum impacto nos seus pés e muito menos no meio ambiente.

Unha encravada

Sapato nenhum justifica a dor de uma unha encravada. Sapato de salto alto, principalmente os de bico fino, é a pior combinação e uma das maiores causas da unha encravada.

Quando isso acontece, não tem jeito. Você vai precisar de um médico ou um podologista e ficar uns dias andando de chinelo por aí.

A melhor forma de evitar a unha encravada é mantendo seus pés longe de sapatos desconfortáveis e apertados.

Dedos sobrepostos

Dedos sobrepostos acontecem pelo mau alinhamento dos dedos, em que um acaba por ficar por cima do outro. Segundo um estudo, cerca de 10% da população brasileira tem essa condição.

Tirando as causas genéticas, os sapatos apertados, que oferecem pouco espaço interno, podem ser a causa da sobreposição dos dedos. Eles podem além de trazer incômodos estéticos, causar dores nos dedos e afetar a pisada, desencadeando outras dores físicas.

Salto alto realmente é um vilão?

Se pararmos para pensar em tantas dores que as mulheres se submetem em busca de se adequar a padrões de beleza e à moda feita para 15 metros de passarela, e não para 8 horas diárias de trabalho, mais o tempo de locomoção e os trabalhos domésticos, teríamos dificuldade para justificar essas escolhas.

De acordo com a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, entre 2005 e 2009, as mulheres buscaram ajuda médica para aliviar dores nos pés e nos dedos 75% mais do que nos anos anteriores.

Michelle Bachmam, que foi pré-candidata a presidente dos EUA pelo Partido Republicano, virou trend topic no país quando, em 2011, relacionou os sapatos altos às suas crises de enxaqueca. Muitos médicos foram convocados a falar sobre o assunto na época, e todos disseram que os sapatos poderiam ser, sim, o gatilho para essas crises.

Isso não quer dizer que eles devem sumir do mercado. Muito pelo contrário, isso quer dizer que a moda de sapatos precisa se adequar à realidade, pois as mulheres de hoje já não estão mais trocando moda por dor.

Normalmente, as marcas de sapato que se preocupam com anatomia e conforto fazem questão de comunicar isso para os seus consumidores. Invista nessas marcas, pois a tecnologia avançou e só não faz sapato confortável quem não quer ou quem não se preocupa com isso.

Quanto às sandálias, como escolher a melhor e mais confortável?

As sandálias sempre foram as queridinhas do verão, mas quando combinadas com meias quentinhas e cheias de estilo ficam super na moda também nos dias mais frios.

Sandálias muito justas podem estar na moda e solados muito finos ou macios podem parecer confortáveis, mas na verdade nenhum deles faz bem para o seu pé ou para a saúde do seu corpo.

4 dicas para ajudar a escolher sua próxima sandália

1. Preste muita atenção na base e na sola da sua sandália

A base da sandália deve corresponder ao formato do seu pé. Deve ser tão largo quanto seu pé para fornecer suporte adequado. Ele também deve ter uma sola mais grossa para fornecer absorção de choque e proteger seu pé enquanto você caminha.

2. Use o tamanho certo

Sandálias que deixam seus dedos dos pés ou os calcanhares pendurados para fora da borda, além de não serem atraentes, podem acabar promovendo algum ponto de fricção causando calos ou bolhas. O ideal é procurar sandálias em que o comprimento do calcanhar e os dedos dos pés fiquem firmes na base do sapato e dentro dele.

3. Sandálias precisam ter um contorno arqueado

Certifique-se de que a sandália tem contorno arqueado que forneça suporte para a parte interna arqueada dos seus pés e aos ossos metatarsais. Sem suporte, eles podem ficar tensionados e causar inúmeras dores, doenças nos pés e na sua coluna.

4. Seu pé precisa de estabilidade

É importante garantir que seus sapatos fiquem estabilizados no centro da sandália. Ou seja, da mesma maneira que elas não devem ser justas demais, também não podem ser muito largas. Elas devem acompanhar o movimento dos seus pés e não permitir que ele fique escorregando por dentro. Além de causar bolhas e calos, pode prejudicar seu equilíbrio e facilitar torções no seu calcanhar.

Escolha a sandália certa para sua atividade ou uma que se adapte a todas elas

Você deve escolher sandálias pensando nas atividades que vai realizar com elas. Essa pode parecer uma dica boba, mas quem nunca se arrependeu da escolha de sapato que fez? Sandálias de salto alto não são mais exigência de elegância, dá para ser elegante e sofisticada com saltos menores, principalmente quando você sabe que passará muitas horas de pé.

Existe sandália confortável para trabalhar?

Passamos a maior parte do nosso dia no trabalho, e a última coisa que precisamos é que essas horas sejam acompanhadas por dores nos pés causadas por sapatos desconfortáveis.

A ditadura do salto alto acabou e, se não acabou na sua vida, é hora de você começar a pensar em acabar com ela. O salto alto deve ser uma opção, e não uma obrigação.

Como falamos muito aqui, hoje em dia existem muitas marcas que estão unindo a moda ao conforto, e a gente não precisa mais se sujeitar a dores para estar vestida da maneira apropriada.

O nosso bem-estar deve ser a primeira preocupação daqueles que desenvolvem qualquer tipo de produto, sejam sapatos, acessórios ou até mesmo produtos alimentícios. A saúde dos consumidores é uma tendência que veio para ficar e que nunca deve sair da moda.

Pesquise muito antes de comprar uma sandália nova, leia sobre o que outras pessoas estão falando, mande mensagem no chat das empresas e nas redes sociais questionando sobre o conforto.

Se, depois de comprar, não for como o esperado, entre em contato com as marcas, reclame, divulgue sua opinião. Se todos fizerem isso, as empresas se sentirão cada vez mais obrigadas a melhorar.

Linus, para o trabalho, para casa e para o rolê com os amigos!

Para um calçado ser realmente confortável, as pessoas devem ser respeitadas e levadas em consideração. Esse requisito foi essencial para o nascimento das sandálias da Linus.

A ideia surgiu depois que a fundadora da marca foi orientada pelo seu ortopedista a não mais usar chinelos ou andar descalça, por conta de uma condição chamada frouxidão ligamentar. Ele pediu que todo sapato que ela usasse tivesse curvas de apoio para os pés, dando melhor sustentação e distribuindo melhor a pisada.

Como ela teve dificuldade de achar sandálias que seguissem essas recomendações, percebeu que existia um mercado para ser explorado, onde o bem-estar das pessoas viesse em primeiro lugar sem, é claro, sair da moda.

Com um design minimalista, atemporal e uma composição completamente livre de metais pesados e ftalatos, as sandálias utilizam plastificantes de origem totalmente vegetal, para que você tenha a caminhada mais confortável possível, com respeito ao meio ambiente e consequentemente sem comprometer o percurso de quem ainda está por vir.

Para saber mais sobre as sandálias da Linus, clique aqui.

Pratique o auto-cuidado dos seus pés também

Muito se fala hoje em dia de autocuidado, e até já escrevemos um conteúdo bem bacana sobre isso.

Estamos cada vez mais incluindo rotinas de cuidado com a pele, com os cabelos e com a nossa mente. Mas acabamos esquecendo de cuidar dos nossos pés, que suportam toda a nossa vida corrida.

Eles também precisam de um carinho a mais de vez em quando. Seguem três dicas que você pode incluir na sua rotina:

1. Esfoliação semanal

Aqui está uma receitinha caseira, bem fácil para você fazer em casa. Você vai precisar de:

  • Mel
  • Açúcar
  • Manteiga de karité
  • Meias

Em um recipiente, coloque meia xícara de mel e meia xícara de açúcar e misture bem até incorporar todos os ingredientes. Pegue um pouco da mistura e use para massagear os pés com movimentos circulares, sem muita força, apenas a necessária, até espalhar uniformemente.

É importante que você curta bastante esse momento, pensando em você, em como é bom se auto-cuidar. Depois, retire o produto em água corrente e seque com uma toalha.

Então, espalhe a manteiga de karité por todo o pé massageando bem, e não tenha medo de abusar um pouquinho. A ideia é deixar o pé bem melecado mesmo. Para encerrar, coloque uma meia super confortável e quentinha, bote os pés para cima para ativar a circulação e relaxe.

2. Hidratação caseira dos pés

Em um liquidificador, bata uma banana madura com duas colheres de azeite vegetal da sua preferência, até formar um creme grosso e cremoso. Lave bem os seus pés, aplique o creme e deixe hidratar durante 15 minutos. Depois, enxague os pés com água morna.

3. Escalda-pés de lavanda para relaxar seu pés e sua mente

Só o cheirinho da lavanda já consegue deixar nosso coração mais quentinho. A sua infusão é muito indicada para acalmar os nervos, relaxar e se preparar para uma boa noite de sono. Então por que não usar nos nossos pezinhos também? Misturada com o sal grosso, reduz o inchaço dos pés.

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Coloque algumas bolinhas de gude (sim, aquelas das brincadeiras da infância) para ajudar a massagear. O cheirinho de lavanda no ar vai proporcionar um efeito relaxante que ajudará a amenizar o estresse diário.

É muito fácil: é só ferver 3 litros de água e, no recipiente escolhido, acrescentar duas gotas de óleo essencial de lavanda, meia xícara de sal grosso e várias bolinhas de gude. Deixe seus pés na infusão por pelo menos 30 minutos.

Para saber sobre outras infusões, clique aqui.

Seja no autocuidado ou na escolha certa de sandálias, seus pés merecem mais atenção do que você tem dado.

Esperamos que essas dicas ajudem você a ter uma relação mais saudável e menos abusiva com seus pés.

Que tal começar desde já? Será que esse sapato que você está usando faz mesmo jus ao que você e seus pés merecem?

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