De onde vem a síndrome da impostora e como lidar com ela?
outubro 20, 2021

De onde vem a síndrome da impostora e como lidar com ela?

por Equipe Linus

sindrome-da-impostora

Sabe aquela sensação de que você não pertence a algum lugar? Que em algum momento vão descobrir que você é uma fraude e não deveria estar ali?

Ou que você não é tão boa amiga, mãe ou profissional igual alguns podem pensar e, por isso, você carrega o medo constante de em algum momento ser desmascarada?

Não se preocupe. Se você se identificou com alguma ou com todas essas sensações, você não está sozinha.

Na verdade, segundo um artigo publicado pelo The Journal of Behaviour Science, 70% das pessoas experimentam esses sentimentos em algum momento de suas vidas.

Embora o sentimento seja real, ele não condiz com a realidade. São sentimentos causados pelo que chamamos de “Síndrome da impostora".

O que é Síndrome da Impostora?

A Síndrome da Impostora é um tipo de experiência interna, uma desordem psicológica, que faz você acreditar que não é competente quanto outros julgam ou pensam que você é.

Embora essa definição esteja muito ligada à inteligência e a realizações, ela também pode estar relacionada com perfeccionismo e o seu contexto social.

Simplificando, as pessoas que sofrem dessa síndrome carregam a impressão de estarem sendo falsas e enganadoras. Como se elas não pertencessem legitimamente aos lugares que ocupam e só chegaram aonde estão por pura sorte.

Essa síndrome afeta muito as mulheres, independente da posição social, experiência profissional, nível de habilidade ou educação.

Mas a síndrome da impostora afeta só as mulheres?

A Síndrome de impostora foi identificada pela primeira vez em 1978, pelas psicólogas Pauline Rose Clance e Suzanne Imes. Em seu primeiro artigo sobre o tema, elas explicavam que era uma condição que afetava exclusivamente mulheres. Porém, com o passar dos anos e com apoio de novas pesquisas, Clance reconheceu em um novo artigo que a síndrome poderia afetar homens e mulheres, e inclusive criou um teste para ajudar as pessoas a identificarem a crise.

Teste de Síndrome da Impostora de Pauline Rose Clance

O teste original está em inglês e pode ser acessado aqui, mas logo abaixo a gente traduziu para você.

Para cada pergunta, anote o número de pontos com o qual você mais se identifica. O teste terá mais sucesso se você marcar a primeira resposta que entra na sua mente, em vez de pensar muito sobre cada afirmação e acabar por trocar as respostas.

1. Frequentemente, tive sucesso em um teste ou tarefa, mesmo com medo de não me sair bem antes de assumir a tarefa.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

2. Eu consigo dar a impressão de que sou mais competente do que realmente sou.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

3. Eu evito avaliações, se possível, e tenho medo de que outras pessoas me avaliem.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

4. Quando as pessoas me elogiam por algo que eu realizei, temo que não serei capaz de corresponder às suas expectativas em relação a mim no futuro.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

5. Às vezes, acho que obtive minha posição atual ou tive meu sucesso atual porque, por acaso, estava no lugar certo, na hora certa, ou conhecia as pessoas certas.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

6. Receio que as pessoas importantes para mim possam descobrir que não sou tão capaz quanto elas pensam que sou.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

7. Tenho a tendência de lembrar os incidentes em que não fiz o meu melhor mais do que as vezes em que fiz o meu melhor.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

8. Eu raramente faço um projeto ou uma tarefa como gostaria de fazer.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

9. Às vezes, sinto ou acredito que o sucesso na minha vida ou no meu trabalho tenha sido o resultado de algum tipo de erro.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

10. É difícil para mim aceitar elogios sobre minha inteligência ou realizações.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

11. Às vezes, sinto que meu sucesso foi devido a algum tipo de sorte.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

12. Estou desapontada às vezes em minhas realizações atuais e acho que deveria ter feito muito mais.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

13. Às vezes, tenho medo de que os outros descubram o quanto de conhecimento ou habilidade realmente me falta.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

14. Muitas vezes, tenho medo de que eu possa falhar em uma nova tarefa ou compromisso, embora eu geralmente faça bem o que tento.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

15. Quando consigo alguma coisa e recebo reconhecimento por minhas realizações, tenho dúvidas de que posso continuar repetindo esse sucesso.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

16. Se recebo muitos elogios e reconhecimentos por algo que realizei, tenho a tendência de desconsiderar a importância do que fiz.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

17. Costumo comparar minha capacidade com as pessoas ao meu redor e acho que elas podem ser mais inteligentes do que eu.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

18. Muitas vezes, me preocupo em não ter sucesso em um projeto ou exame, mesmo que outros à minha volta tenham uma confiança considerável de que eu me sairei bem.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

19. Se vou receber uma promoção ou ganhar algum tipo de reconhecimento, hesito em contar aos outros até que seja um fato consumado.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

20. Eu me sinto mal e desanimada se não sou “a melhor” ou pelo menos “muito especial” em situações que envolvem realização.

  • Não é de todo verdade – 1 ponto
  • Raramente – 2 pontos
  • Às vezes – 3 pontos
  • Muitas vezes – 4 pontos
  • Muito verdadeiro – 5 pontos

Pontuação:

Some o número das respostas e:
  • Se a pontuação total for 40 ou menos, você tem poucas características da síndrome;
  • Se a pontuação estiver entre 41 e 60, você tem experienciado moderadamente a síndrome da impostora
  • Se a pontuação for maior que 80, significa que você tem experiências intensas da síndrome da impostora.

Como identificar a Síndrome da Impostora?

Se, mesmo depois do teste, você ficou ainda em dúvida sobre como desmascarar a impostora dentro de você, veja se alguma das situações abaixo fazem parte da sua vida:

Autossabotagem

Pode ser difícil identificar o comportamento de autossabotagem, especialmente porque as consequências podem não seguir imediatamente o comportamento, tornando a conexão obscura. Uma abordagem é examinar se seus comportamentos estão alinhados com seus objetivos de longo prazo, se você segue com o que planejou ou, quando está a beira de conseguir, você desiste.

Autodepreciação

Sabe aquele sentimento de que não deveríamos dizer ou acreditar em coisas boas sobre nós mesmas, porque isso seria muito arrogante? Em vez disso, nos tornamos nossas piores críticas e nunca estamos satisfeitas com nada que fazemos.

Também não acreditamos em elogios e retribuímos sempre com um "não, não sou tão boa" ou "tenho certeza de que você faria melhor".

Fazemos piadas das nossas dificuldades e fragilidades em público, nos enganando de que aquilo não nos fere. Isso tudo é autodepreciação.

Autocrítica excessiva

A autocrítica pode ser benéfica quando permite o reconhecimento e avaliação de erros e fracassos ou demonstração de humildade e ponto de partida para mudanças positivas. Mas quando o excesso de autocrítica impede a capacidade de prosperar, quando você passa a se cobrar mais do que cobraria dos outros e a esperar por resultados inalcançáveis, qualquer benefício que a autocrítica pode trazer já não tem mais valor.

Sentimento de não-pertencimento

Esse sentimento pode estar em qualquer área da sua vida, é a sensação de se sentir um estranho no ninho.

Parece que você não consegue se enturmar nos assuntos, se aproximar de outras pessoas, criar algum tipo de vínculo, seja de amizade ou até mesmo um simples coleguismo.

De um lado, você acredita que as pessoas não fazem questão da sua presença, e do outro, acha que qualquer movimento seu para tentar se enturmar e se sentir bem naquele lugar pode parecer forçado.

Por isso, você não se sente bem, mas não faz nada para mudar isso.

Procrastinação

A procrastinação é o ato de atrasar ou adiar tarefas até o último minuto ou depois de seu prazo.

Por mais que você se considere uma pessoa organizada e comprometida, muitas vezes desperdiça horas em atividades banais como assistir TV, atualizar seu status nas redes sociais, fazer compras online, quando deveria estar usando esse tempo em projetos relacionados ao trabalho ou à escola. Isso não é preguiça, é uma maneira de procrastinar..

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Quer você esteja adiando a conclusão de um projeto para o trabalho, evitando tarefas ou ignorando trabalhos domésticos, a procrastinação pode ter um grande impacto no seu trabalho, nas suas notas e na sua vida.

Comparação com as outras pessoas

Esse tipo de comparação, às vezes, é sobre algo genético, como desejar ser mais alta ou mais magra, mas frequentemente é sobre algo que a outra pessoa é capaz de fazer e que gostaríamos de fazer também.

Acontece que podemos ser muitas coisas, mas não podemos ser tudo. Quando nos comparamos com os outros, frequentemente comparamos suas melhores características com nossas características medianas.

Conheça os diferentes tipos da síndrome da impostora

A Dra. Valerie Young, autora do livro Os pensamentos secretos das mulheres de sucesso, identificou 5 tipos diferentes de impostoras:

Especialista

Não se sentirá satisfeita ao terminar uma tarefa até que sinta que sabe tudo sobre o assunto. Mas o tempo gasto na busca de informações pode dificultar a conclusão de tarefas e projetos.

Perfeccionista

Experimenta altos níveis de ansiedade, dúvida e preocupação, especialmente quando se estabelece metas extremas que são incapazes de alcançar. A perfeccionista se concentrará nas áreas em que poderia ter se saído melhor, em vez de celebrar suas conquistas. Por desejar controlar tudo, acaba achando que tudo pode ser controlado. Mas como controlar tudo é impossível e os imprevistos são inevitáveis, acaba sofrendo com a frustração que a sensação de descontrole traz.

Gênia Natural

As gênias dominam muitas habilidades com rapidez e facilidade e podem se sentir envergonhadas e fracas quando confrontadas com um objetivo que é muito difícil. São atormentadas pela possibilidade de talvez decepcionar algum tipo de expectativa. Não gostam de demonstrar fragilidades, sofrem caladas quando encontram dificuldades e sofrem para pedir ajuda. Não aceitam que talvez precisem desenvolver novas habilidades, afinal elas são geniais e sabem de tudo, precisam dar conta de tudo. A peteca das gênias não pode cair jamais, elas não saberiam lidar com isso.

Individualista

A individualista prefere trabalhar sozinha, temendo que pedir ajuda revele sua incompetência. Ela recusa ajuda na tentativa de provar seu valor. Se sobrecarrega e evita delegar. Para ela, o resultado só terá valor se for feito totalmente por ela.

Super-heroína

As super-heroínas geralmente se destacam devido ao esforço extremo, são vistas como workaholics. Tem horas exatas para começar a trabalhar, mas não para terminar. Elas não sabem parar e estão sempre com o pé no acelerador. Isso pode levar ao esgotamento, o que pode afetar o bem-estar físico e mental e o relacionamento com outras pessoas.

Como a síndrome da impostora pode afetar sua carreira, saúde e relacionamentos?

Aquelas que vivenciam a síndrome da impostora vivenciam algo conhecido como “ciclo da impostora”. Elas acham que todas as tarefas que fazem precisam ser realizadas com perfeição e raramente pedem ajuda.

Esse perfeccionismo pode levar a dois tipos de processo. No primeiro a impostora pode procrastinar e adiar a tarefa por medo de não ser capaz de completá-la com os altos padrões que ela julga necessários. E, quando a procrastinação gerar um resultado bem-sucedido, isso será considerado sorte ou acaso, e não mérito próprio.

No segundo, ela pode se preparar demais, gastando muito mais tempo em uma tarefa do que o necessário. Quando atinge o sucesso, a preparação excessiva reforça a ideia de que a "impostora" precisava ter trabalhado muito para isso e não teria tido sucesso de outra forma.

Esse ciclo pode rapidamente se tornar exaustivo e tem muitas implicações negativas não apenas em sua carreira, mas também em sua saúde, bem-estar e relacionamentos pessoais.

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Acaba contribuindo para um sofrimento psicológico, uma autocobrança contínua e excessiva, profunda insegurança sobre as suas capacidades e muito medo paralisante de fracassar. Algumas também acabam perdendo oportunidades porque não se sentem dignas ou capazes, apesar de serem bastante competentes.

Quanto aos relacionamentos, a síndrome pode impactar negativamente quando não existe um equilíbrio entre a vida profissional e a vida afetiva. Acabam gastando tempo demais com o primeiro e não se dedicando ao segundo. De um lado, ficam exaustas por nunca acharem que estão entregando como deveriam, e do outro, se sentem frustradas por saber que não têm forças e tempo para se dedicarem mais.

Como lidar com a síndrome da impostora?

O tratamento para a síndrome da impostora é feito através de terapia e da consciência de sofrer com os danos que os sintomas trazem. Seguem algumas dicas para te ajudar nesse processo:

Fale sobre o que sente

Compartilhar sentimentos é a melhor coisa que se pode fazer. Verbalizar as frustrações e dificuldades é o primeiro passo para sair do “ciclo da impostora”.

Ao se abrir, poderá encontrar outras pessoas que sofrem do mesmo mal e isso pode ser uma ótima ajuda, já que muitas mulheres que sofrem com a síndrome da impostora acreditam erroneamente que somente elas têm esses sentimentos, e acabam se sentindo muito sozinhas.

Ouvir feedbacks de parentes, amigos e colegas de confiança pode ajudar a despertar a atenção e desenvolver uma perspectiva mais realista sobre suas habilidades e competências.

Fazer terapia com certeza é a melhor maneira para identificar os sintomas e atacar de maneira mais certeira as causas.

Aceite que o perfeccionismo é impossível

Para ter um senso saudável de autoestima e valor próprio, a pessoa precisa aceitar seus pontos fortes e fracos. Ninguém é perfeito e os erros são uma parte inevitável da vida. Aprender a aceitar que às vezes as coisas dão errado pode aumentar a resiliência e o bem-estar mental.

Dicas para saber mais sobre o assunto

Hoje em dia, existe muito conteúdo sobre esse tema. Quanto mais informada você estiver, mais fácil saberá identificar o que vem causando tanto sofrimento.

Seguem algumas dicas de conteúdo que podem ajudar:

A síndrome da impostora, da Rafa Brites e TEDxSaoPaulo

Muito conhecida por ter sido apresentadora da Globo e do GNT, ela também é formada em Administração de Empresas, pós-graduada em Neurociência e Comportamento e fez especialização nas áreas de Programação Neurolinguística, Selfmanagement Leadership e High Performance Coaching.

Depois de escrever o livro Síndrome da Impostora. Por que NUNCA nos achamos boas o suficiente, ela deu uma palestra no TEDx que você pode ver aqui.

Bom dia, Obvious: o que você vai fazer pela sua felicidade hoje?

Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, recebe convidadas para conversas abertas sobre assuntos atuais do universo feminino: saúde mental, autocuidado, carreira, autoestima, novas curas, relacionamentos e outros.

Chá com a Impostora

Diálogos abertos com essa voz traiçoeira para serem ouvidos sem julgamentos e com muita empatia. O Chá com a Impostora é um espaço quinzenal para compartilhar vulnerabilidades com leveza. Anna Terra e a Impostora recebem convidadas e relatos especiais que trazem visões e perspectivas diversas de como a Síndrome da Impostora influencia na vida e nas decisões de muitas mulheres.

Reconhecer nossas falhas e excessos é uma das coisas mais importantes para manter nossa saúde mental e física.

Não precisamos dar conta de tudo, e não vamos dar conta de tudo. Isso não tem nada ver com a nossa capacidade ou habilidade, mas sim com nossa humanidade. Somos humanas, logo somos passíveis de erros e de falhas.

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Vamos juntas nos julgar menos e nos amar mais?

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